31 de Agosto de 2009

 

“As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente

e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade”
 
 
Mariza, Chuva

25 de Agosto de 2009

 

Estou a fazer um esforço enorme para que voltemos a ser os melhores amigos, mas confesso que não tem sido nada fácil. Por vezes a vontade de querer ser tudo outra vez descontrola-se e toma conta de mim. Por vezes quando dou conta a palavra amor já está no meio da mensagem pronta para lhe enviar e lá tenho eu que a ir substituí-la por outra igualmente querida mas com significado equiparado ao da amizade. Não foi fácil estar ao pé dele e não poder tocá-lo, não foi fácil ver aquelas gajas todas a sua volta. E a minha vontade quando ouvi aquela rapariga pedir lhe a camisola foi pergunta-lhe se não havia mais rapazes na festa com camisolas iguais… Tive muitos ciúmes porque não sou de ferro! Adorei quando alguém me disse que ele enquanto eu dançava não parava de olhar para mim, talvez seja um bom sinal (ou então não). Foi o fim-de-semana de todas as emoções.
Passei a semana toda sem lhe dizer uma palavra, porque estou a tentar construir algo que muita gente quer destruir e eu dei-me conta disso na segunda, esperei que ele disse-se alguma cena, de facto disse. È difícil confiar por muito que o ame, e é nesta parte que entram as tais pessoas que muitas vezes conseguem destruir o que eu construo. Não sou a pessoa mais perfeita muito pelo contrário, mas os outros são incapazes de ver que eles próprios não são perfeitos e ele é ainda parte de mim. Podem ser apenas filmes da minha cabeça, mas não me sinto confortável.
È a ultima oportunidade, e eu sei disso. Por isso estou a aproveita-la ao máximo, estou a mudar e a fazer coisas que nunca fiz por ninguém, porque ele não é apenas a pessoa por quem me apaixonei, era o meu melhor amigo, a melhor pessoa que conheci ao longo da vida, ele é já parte de mim.
 
 
Porque é a perfeição da imperfeição dele que me completa…
 
 
 
P.S. I LOVE YOU     

Filipa =D
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